"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver” Amyr Klink

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sábado, 30 de maio de 2020

Costa da Lagoa - Floripa SC

De castigo por um bom tempo por causa do Covid-19, agora que as coisas estão se normalizando e boa parte do locais estão já sendo liberados dentro das normas, resolvemos fazer um bate e volta até Florianópolis para almoçar e visitar nosso amigo Vitor.

*em uma semana estaríamos embarcando para a Escandinávia e países bálticos, se não fosse o coronavirus...

No encontramos as 9h no posto como de costume, Zé, Sávio e Rubem. Motos abastecidas rodamos até o Parque da Luz, ao lado na restaurada Ponte Hercílio Luz. Ali encontramos com o amigo Vitor.


Fomos visitar a ponte, que ficou realmente linda ! mas... infelizmente daqui poucos anos deve ser mais uma roubalheira para nova manutenção. Segue o baile...



Como já era perto do meio dia seguimos para a Barra da Lagoa, ali entramos em um acesso de terra que leva até a beira da Lagoa da Conceição. Deixamos as motos por ali e esperamos a carona de lancha até o restaurante. Normalmente tem um barco público que faz a travessia, mas os transportes só voltariam a funcionar na outra semana.



O acesso a Costa da Lagoa, uma vila de pescadores, é feito apenas por duas trilhas ou por água, que é de uma beleza incrível.




A comida realmente estava uma delícia, não teve como não exagerar... Camarão frito, pastel de siri, moqueca de caranha, caranha assada e pirão.




Depois demos um pequeno passeio pela vila, bem pequeno hehe




É isso, de barriga cheia e felizes por poder rodar um pouco, retornamos para Blu.






terça-feira, 28 de junho de 2016

De mota por terras Lusas





Nesse ano de 2016, eu e a Mi completamos 20 anos de casados (28 juntos), assim fomos fazer uma lua de mel em Portugal. Andamos de trem, taxi, metro, bondinho, carro e é claro Moto !

Já tinha reservado a moto, o amigo Cícero Lima (que conhece aquelas terras muito bem) me indicou a Ana Paula Santos que organizou tudo com a Northroad.pt, tudo perfeito, todos muito atenciosos e profissionais. Agradecimentos especiais a todos.


Quem não estava de bom humor no dia foi São Pedro (nem vou chamar ele de San Pietro pois fiquei bravo com ele). Nós só tínhamos um dia para fazer o passeio de moto, e justamente nesse, choveu... mas minha teimosia sempre foi maior que as pedras em meu caminho, então vamos que vamos.

Logo de manhã saímos do hotel e fomos até a loja da Northroad.pt, ainda não chovia, apenas nublado. Fomos atendidos pelo Manuel Ferreira, gente muito boa, nos ajudou em tudo. A mota (moto em Portugal) foi uma F700GS, 45mil km como nova, muito bem cuidada. Topcase, luvas, capacetes e até capa de chuva nos forneceram. Levei meu GPS Zumo já com os mapas, então só encaixei meu suporte que trouxe junto.

Vale comentar que mesmo sendo uma cidade muito grande, achei o trânsito de Porto e região muito tranquilo, creio que comprando com o caos do nosso trânsito brasileiro. Seguindo a dica do Manuel fomos pelas A28. Ah, apesar de pedagiada lá as motos também usam o  sistema de cobrança eletrônica Via Verde, um aparelhinho que ao passar pelas praças de pedágio cobra automático (igual o Sem Parar daqui do Brasil). Nas autoestradas, as maiores, nem tem cabine de cobrança, é só por esse sistema.


Logo que pegamos a estrada começou a garoar, depois virou chuva mesmo. Paramos e colocamos a capa (só blusa, calça jeans). É, não estávamos com roupa apropriada, foi um "risco" calculado, pois seria muito complicado levar e como era pra estar quente e seco...



Seguimos pela autoestrada até Viana do Castelo onde aí pegamos uma estrada menor, bem mais legal, com lindas vistas, antigos casarios, parreirais e outras belezas.


A Europa nos surpreende a cada curva, um castelo, uma ponte medieval (ou até mais antiga), torres e outras maravilhas da história estão sempre em nosso caminho, que bom !


Chegamos em Ponte de Lima com uma leve garoa, um pouco molhados e com bastante frio, acreditem: 7 graus pegamos no caminho hehe Para quem achava que iria passar calor... A Mi estava até batendo os dentes. Estacionamos a moto e fomos tomar um merecido café. Ahhhh o café de Portugal, que delícia, dos melhores, sabem como fazer e servir.



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PONTE DE LIMA

Vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, banhada pelo Rio Lima. É a vila mais antiga de Portugal. A Condessa D. Teresa de Leão quem, na longínqua data de 4 de Março de 1125, outorgou carta de foral à vila, referindo-se à mesma como Terra de Ponte. Anos mais tarde, já no século XIV, D. Pedro I, atendendo à posição geo-estratégica de Ponte de Lima, mandou muralhá-la, pelo que o resultado final foi o de um burgo medieval cercado de muralhas e nove torres, das quais ainda restam duas, vários vestígios das restantes e de toda a estrutura defensiva de então, fazendo-se o acesso à vila através de seis portas.

A ponte, que deu nome a esta nobre terra, adquiriu sempre uma importância de grande significado em todo o Alto Minho, atendendo a ser a única passagem segura do Rio Lima, em toda a sua extensão, até aos finais da Idade Média. A primitiva foi construída pelos romanos, da qual ainda resta um troço significativo na margem direita do Lima, sendo a medieval um marco notável da arquitectura, havendo muito poucos exemplos que se lhe comparem na altivez, beleza e equilíbrio do seu todo. Referência obrigatória em roteiros, guias e mapas, muitos deles antigos, que descrevem a passagem por ela de milhares de peregrinos que demandavam a Santiago de Compostela e que ainda nos dias de hoje a transpõem com a mesma finalidade.

A partir do século XVIII a expansão urbana surge e com ela o início da destruição da muralha que abraçava a vila. Começa a prosperar, por todo o concelho de Ponte de Lima, a opulência das casas senhoriais que a nobreza da época se encarregou de disseminar. Ao longo dos tempos, Ponte de Lima foi, assim, somando à sua beleza natural magníficas fachadas góticas, maneiristas, barrocas, neoclássicas e oitocentistas, aumentando significativamente o valor histórico, cultural e arquitectónico deste rincão único em todo o Portugal.
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Agora mais aquecidos fomos conhecer a belíssima vila.





A ideia inicial era sair dali e seguir até Soajo na fronteira com Espanha, entrar e fazer a volta e retornar para Porto. Estávamos só 45km da Espanha. Mas o tempo continuava muito ruim, então em respeito a minha garupa desistimos.

Já que não ia ter mais passeio, vamos comer !!! O restaurante escolhido foi dica do amigo Valter Viana (coincidência né, pois Ponte de Lima fica do distrito de Viana do Castelo). Taverna Vaca das Cordas, muito gostoso. Ali experimentamos as Pataniscas, um tipo de bolinho de bacalhau mas feito com uma massa de farinha, gostoso, mas não igual aos pasteis (bolinhos) tradicionais. Eu fui de Polvo a galega e Favas com chouriço.
Dizer que comemos bem em Portugal é redundante.




Aí pegamos a estrada de volta, já mais seco, não chegamos a molhar muito na volta. Foram só 180km, mas valeram demais o dia.

Falando um pouco mais de motos na viagem: Tem moto em tudo que é lugar, como na Itália estacionam nas calçadas, mas sempre de forma a não atrapalhar. Na Espanha o número de motos grandes em circulação é imenso, eles realmente curtem o motociclismo. Na cidade e nas estradas vi inúmeras, acho que uns 80% BMW, poucas custom, quase nenhuma Tryumph. A maioria é Touring, caravanas delas. Nas cidades as scooters são de grande porte, maiores, vi muitas de 800cc.





Os preços é que deixam nós brasileiro revoltados... muito mais barato mesmo considerando o cambio de 4 pra 1. Comprei um capacete na Box 46 (indicação do grupo do Face: BMW Motorrad Fans) e no último dia de Portugal passei de carro na Caparica Peles. Loja muito legal, com muita coisa e preços ótimos. Eles além de venderem marcas conhecidas também possuem uma linha de fabricação própria de vestuário. Comprei uma jaqueta de cordura de altíssima qualidade para jovem, tamanho 12 anos, coisa que não se consegue por aqui, e pasmem: 48 euros. Fomos muito bem atendidos lá.


www.caparicapeles.pt

É isso, ficou mais forte ainda a vontade de fazer uma viagem só de moto pela Europa, aguardando a oportunidade.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Ciao, di Ducati per Toscana e Cinque Terre


Junho de 2011... Essa foi a viagem do PQP... sabe aquelas ocasiões que a única frase possível para expressar o momento é um sonoro, pausado e comprido PQP !?!?!?!?! pois é, foram vários.

Descendentes de italianos, tanto eu, quanto a Milene, sempre tivemos o sonho de viajar para a Itália.

Aproveitando a "desculpa" dos nossos 15 anos de casamento (23 anos juntos), resolvemos transformar o sonho em realidade. Nossa situação profissional e pessoal ajudaram em muito a decisão, com possibilidade financeira e as crianças já maiores, ficamos mais tranquilos em ficar alguns dias fora.

E é claro que não poderia faltar um passeio de moto por lá, com alguma moto italiana (Ducati, Vespa, Guzzi, Aprilia).

A Itália é fanática por motos, são muitas, de todos os tipos, tamanhos, estilos. Em Roma por exemplo a predominância é de Scooters, pouco se vê motos de alta cilindrada. Nos Alpes as bávaras BMW são quase a maioria. Milano tem de tudo, muitas bikes também. O que menos vi foram as custom.


Motos estacionadas nas calçadas, noite e dia.

Vespa em Roma, tudo a ver !

Em Roma, quase nenhuma alta cilindrada.

Os carros da Itália são um capítulo a parte.  Em roma, igual as motos, predominam os compactos, todas as marcas possuem os tipo 1. Mas tem muito carrão por lá também.

Belos carros nessa Itália

Muitas BMW, de tudo quanto é modelo.

Honda Zoomer, 50cc, 4cv. Sorrento IT

Honda DN 01

Triumph


Única chooper que vimos

Mais uma linda Triumph

Também tem custom por lá, poucas.

Sempre que tinha uma moto perto dos lugares especiais que visitamos aproveitava elas para tirar uma foto legal.

Anfiteatro em Santa Maria Capua Vetere 

Lago Maggiore

Criando teia de aranha...

Moto Guzzi

Conforme tínhamos programado, em Lucca fomos na loja da Ducati para alugar um dos modelos. Experimentei alguns, pensando mais no conforto da Milene. A escolhida foi uma Ducati Multistrada 1100. ¢300,00 por dois dias, e ainda com franquia se desse alguma zica. Mesmo assim topei, afinal era um sonho a ser realizado.

Escolhendo a Ducati

Pegamos a moto perto do meio dia e já saímos para fazer um passeio pela Toscana, a alta, então seguimos em direção norte. Fomos passando por pequenas e belas cidades com estradas que fazem parecer a Serra do Rio do Rastro uma BR101. Muitas curvas, subidas e decidas e mais curvas, fechadas, algumas passam um carro somente por vez.

500km de Ducati pela Toscana e Cinque Terre

Vale aqui um comentário: a Itália toda tem asfalto, ligando qualquer coisa a lugar nenhum, e sempre asfalto perfeito, não vimos buraco. Isso se deve ao fato de quase não existir caminhões grandes nas estradas (exceto nas autoestradas A). Todo o transporte por lá é feito de trem, inclusive de pessoas, por isso ônibus também é raro. Nas A paga-se pedágio, e não é muito barato, mas a pista é ótima e a velocidade é de 130 km/h (mínima, por que o pessoal anda bem mais que isso).

Toscana




Nada fácil andar nessa moto, muito pela inexperiência minha em moto bigtrail, afinal tenho uma custom, ainda mais uma Boulevard C1500 que parece um Galax.

Fomos até a cidade de Verrucole, que fica em San Romano in Garfagnana. Foram uns 200 km (ida e volta), por que o percurso teve várias idas e vindas, por pequenas tortuosas e inclinadas estradas. Saímos dos 60m de altitude Lucca para 800m lá em Verrucole. Escolhemos ali por causa de uma fortaleza muito legal, que tinha uma murada enorme com visão diferenciada.



A subida para a fortaleza foi um show a parte, um caminho de mais ou menos uns 50cm de largura feito de pedras (pedregulhos), foi pauleira para subir com garupa na Ducati com motor de 1100cc... bom, graças, deu tudo certo.


Asfalto perfeito

Para variar estava muito quente acima dos 35 graus !!! Retornamos pelas 18h bem cansados, mas satisfeitos.

Fim de tarde, retornando a Lucca

No dia seguinte o roteiro era mar ! Saímos cedo de Lucca para evitar o calor, mas não resolveu muito, outro dia escaldante, mas igualmente bonito. Seguimos em direção a Cinque Terre pegando o litoral e costeando para conhecer, depois retornamos pela autostrada que é bem mais rápida. Rodamos cerca de 250km.

A Cinque Terre (cinco terras) são  Monterosso, Vernazza, Riomaggiore, Corniglia e Manarola, todas nas encostas da Liguria. A foto abaixo mostra uma boa ideia da posição dessas cidades na enconsta Liguria.



As estradas são uma atração a parte... imagina uma Serra do Rio do Rastro, mas com o triplo de curvas e trechos onde só se passa um carro. Várias curvas tem aqueles espelhos para se ver se vem algum outro veículo. A inclinação é grande, na moto exigiu um grande esforço físico para se manter na moto, principalmente quando freava na curva e descida...

O almoço foi mais ou menos hehe



Tomamos banho no Mar Mediterraneo, na cidade de Monterosso (Cinque Terre)
Cascalho e água muito fria, mas estava ótimo !


Coisa de primeiro mundo: pagamos EU$ 23,00 por dois lugares na areia com guarda sol gigante, cadeiras confortabilíssimas, uma casinha particular para se trocar e deixar as coisas, banheiros e chuveiro, isso tudo pelo dia inteiro. Ficamos só umas 2h, mas valeu a pena. Nem o estacionamento pagamos pois o cara era brasileiro e quando viu nossa camisa com a bandeira do Brasil já veio papear.



Cinque Terre

Mais uma grata coincidência, 33 sempre foi o número que me acompanha (por isso o 33 no meu logo), quando cheguei na loja para locar a moto e pegar um capacete, nenhum deles me serviu. O cara conseguiu esse que era o capacete de uso pessoal do dono da empresa...




Minhas impressões da Ducati Multistrada 1100: Motor absurdamente forte, um verdadeiro coice. Os freios idem, fortíssimos, o dianteiro até demais as vezes. Não gostei da posição de pilotagem, achei muito para a frente, forçando sempre o corpo para o guidão, o tempo todo eu tinha que me posicionar melhor. Com a Milene de garupa foi muito complicado descer as serras, pois cada curva e freada a Milene quase passava por cima das minhas costas. Muito leve e fácil de manusear, no transito ou manobrando, isso é ponto forte. Não posso dizer que seja padrão, mas a embreagem mesmo sendo hidráulica era dura demais, a ponto de no final do dia eu não conseguir mais apertar o manete, forçando trocar marchas sem embreagem, mas nesse caso creio ser a manutenção mal feita.



Mesmo assim foi muito bom andar de Ducati na Itália hehe

Andando de Ferrari California, 450cv de adrenalina

Falando de velocidade: Andar na Ferrari Califórina foi outro ponto alto da viagem. 450cv de pura adrenalina. Peguei a modelo Califórnia pois tem lugar para o garupa, assim a Milene pode ir junto. Foram 10 min muito emocionantes. 200 km/h bem fácil cheguei numa pequena reta...

Os Alpes Italianos são fantásticos para se andar de moto, nesse trajeto eu estava de carro, passando e sendo passado por centenas de motos, isso por que era dia de semana. 90% eram BMW, a maioria da Alemanha mesmo, pois ali é muito próximo (50km). Em Canazei que é a maior estação de ski da Itália, a quantidade de motos é absurda. Elas sobem até uns 1200 km de altitude da estação, demais!

Canazei, Alpes Italianos


Sempre temos que ficar espertos com as coordenadas dados pelo google maps. Eu já tinho me enfiado em "enrrascada" na minha primeira viagem de moto com a Milene quando o google me fez entrar numa estrada de terra de uns 20km (Floripa), hoje sempre olho pelo satélite para conferir se existe mesmo asfalto.

Mas a surpresa dessa vez foi diferente: na italia, mais de 90% das estradas são asfaltadas, eu já tinha conferido que o caminho de Trento para Lago Iseo (Lombardia) era de asfalto, mas o que não imaginava era que passariamos por um "Passo", uma passagem no topo de um grande monte.

O passo Croce Domini no Monte Bandone, a 1892 metros de altitude, 12 graus, com uma estrada muito peculiar, de asfalto perfeito, mas sem acostamento e com a largura de apenas um carro. O local é um ícone motociclistico na Itália. No trecho todo, uns 20km,  passamos por uns três carros somente, no entanto por dezenas de motos, ou melhor, elas nos passaram. A estrada é muito linda, perfeita, só dá medo de vir um outro carro na contramão, pois visibilidade não tem, e naquele trecho não tem os espelhos de ajuda.

Toda essa região é de casas de campo de inverno e estações de ski, muito show.



Passo Croce Domini

É isso, foi assim que me diverti de maneira inesquecível nessa viagem. Foram 15 dias muito especiais com a Milene. E o tempo todo as motos fizeram parte de tudo !!!

Agora é esperar para chegar logo o passeio pelos Alpes, Alemanha, Austria, Suiça e Itália. Que venha logo !!!

Quem quiser conhecer toda a viagem pela Itália: viadeipaladini.blogspot.com, ali também tem a viagem para a Itália em 2014 com nossos filhos.

Em 2016 teve outro passeio de moto noa Europa, agora por Portugal, veja aqui.